sexta-feira, 3 de junho de 2011

Uso do e-mail corporativo exige prudência e bom senso

Local de trabalho. Alguém recebe uma mensagem eletrônica indesejada e a reenvia com a opção “responder a todos”. Pronto. A confusão via e-mail está armada. Foi o que aconteceu no mês de junho, quando uma usuária do correio eletrônico do Senado enviou a outros usuários convite para uma peça de teatro. Alguns dos destinatários não gostaram de receber o e-mail, considerado spam interno, e protestaram. Responderam a mensagem “a todos” e produziram uma enxurrada de spam’s que incomodou muita gente.

As caixas só pararam de lotar quando o diretor da Subsecretaria de Infra-Estrutura Tecnológica - SSITE do Prodasen, Pedro Enéas Mascarenhas entrou na discussão e enviou e-mail pedindo para que os servidores não mais respondessem à mensagem. “Ao responder, o usuário pode agir como outro gerador de spam ou confirmar o endereço eletrônico do Senado Federal a um emissor externo que, possivelmente, não tinha certeza da validade desse endereço”, explicou Pedro Enéas.

De acordo com o ato do 1º Secretário, nº 26 de 2003, “Enviar mensagens que tenham como objetivo a promoção de produtos e serviços de caráter não institucional; incomodar qualquer usuário, seja por meio da quantidade ("mail bombing"), freqüência, tamanho ou linguagem das mensagens...” são condutas de uso inadequado do correio eletrônico de trabalho e podem render o bloqueio do uso dessa ferramenta ou até mesmo infração funcional, a ser apurada em processo administrativo disciplinar.

Para evitar problemas com a instituição que, nesses casos, tem todo o direito de bloquear o e-mail do servidor, o Prodasen aconselha a criação de e-mail particular, que também deve ser usado com prudência e bom senso. “Devemos pensar no e-mail como pensamos no telefone. Do mesmo modo que o telefone do local de trabalho é utilizado para assuntos profissionais e o celular ou o residencial destinam-se a questões pessoais, o e-mail de trabalho deve ser utilizado para assuntos de trabalho. Propagandas e outros assuntos devem ficar para o e-mail pessoal”, aconselha Pedro Enéas. Em 2005, o Tribunal Superior do Trabalho permitiu que o HSBC Seguros Brasil S.A investigasse o e-mail de trabalho de seu empregado, com o objetivo de obter provas para a demissão por justa causa. O funcionário utilizou o correio eletrônico corporativo para enviar fotos de mulheres nuas aos colegas.

Mas, se o funcionário acessar o e-mail pessoal do computador da empresa e baixar conteúdos que esta considere inadequados ou que a comprometam, também é direito do empregador vasculhar esse conteúdo. A princípio, os arquivos baixados estariam protegidos por privacidade, pois o endereço e o provedor são particulares. Entretanto, como o conteúdo ficou armazenado no HD da máquina da empresa, ela tem todo o direito de ter acesso a essas informações. Se, por meio da internet e utilizando um computador do local de trabalho, o usuário comete qualquer ilegalidade que possa responsabilizar a empresa, usar o IP da máquina para provar a incidência de autoria é única saída para o empregador. Por isso, é praxe implementar antivírus e firewall, fornecer a cada funcionário login e senha, além de monitorar atividades online.

No Senado, apesar da grande quantidade de caixas postais ativas (cerca de 10 mil) e do volume de e-mails recebidos, não há registro de casos que envolvam servidores e o uso inadequado dessa ferramenta a ponto de responsabilizar juridicamente a instituição. Se o servidor envia mensagens inapropriadas, o Prodasen bloqueia o uso do e-mail até que o chefe do infrator faça a solicitação de restabelecimento do serviço. Na hipótese de reincidência, além do bloqueio, quem desobedece às regras tem de fazer um treinamento para aprender a utilizar a ferramenta. Tudo de acordo com o ato do 1º Secretário, nº 26 de 2003.

E para evitar a presença de spams e vírus, o Prodasen faz o controle de recebimento e envio de e-mails de diversas maneiras. “Em períodos de pico, como as pré-eleições, registramos o recebimento de mais de 10 milhões de e-mails por mês. Tentamos fazer a filtragem para detectar vírus externos. Obedecemos critérios internacionais para definir a possibilidade de spam, como por exemplo, a origem da mensagem”, explica Pedro Enéas. Mas, ainda assim é possível que mensagens indesejadas cheguem à caixa postal do servidor. Para evitar que isso se repita, o diretor da SSITE orienta: “O cliente outlook tem o lixo eletrônico. O próprio usuário individualiza o uso da classificação eletrônica. Para isso, o servidor deve pedir auxílio ao seu gerente de contas. A nossa missão é atender ao usuário e garantir um serviço com a qualidade que o Senado precisa.”


fonte:http://www.senado.gov.br/portaldoservidor/jornal/jornal80/senado_email_spam.aspx

13 lições para lidar bem com o e-mail corporativo

O ambiente corporativo é um mundo de aparências e você já deve ter percebido que adotar certas regrinhas sociais pode facilitar muito sua vida. Fazer bom uso do e–mail é fundamental.


Hoje vivemos no mundo do trabalho com dois nomes: o da identidade na carteira e o do e–mail, com arroba. É praticamente impossível pensar na praticidade, comodidade e rapidez dos contatos profissionais em nossa vida atual sem o correio eletrônico, apesar dos vírus, piadas, correntes ou figurinhas cômicas.

No entanto, é fácil perceber nas empresas que muitos ainda não se habituaram a ter certas regras de utilização do e–mail ou mesmo de etiqueta profissional no mundo conectado – algo que tem a ver, em boa medida, com educação. Assim, quem sabe as lições a seguir poderiam ajudar:

1. Hábito. Estabelecer regras de uso diário do e–mail é uma boa dica para evitar estresse e perturbações no trabalho. O importante é ter um ritmo próprio de visualizar as mensagens e respondê–las – se pela manhã, ao chegar, se na hora do almoço ou apenas à tarde.

2. Objetividade. Ir direto ao ponto é, no mínimo, o melhor que você pode fazer por seu destinatário. Pense no que quer dizer e escreva sua mensagem, tendo consciência da sigla QQCOPq, ou Quem, Quando, Como, Onde e Por que, usada no jornalismo.

3. Identificação. Ser pessoal é se identificar, usando verbos na primeira pessoa: “farei”, “envio”, “elaborei” etc. Isso ajuda a dar mais personalidade e comprometimento com o que se transmite.

4. Concisão. É escrever o essencial em poucas linhas, sendo ainda assim bastante claro. Expor as idéias em poucas palavras é questão de hábito: se a barra lateral de scroll do programa que recebe os e–mails estiver minúscula, saiba que isso é um convite a apenas “passar os olhos” pelo texto, sem absorvê–lo com atenção.

5. Simples. Seja o que você é também para escrever. A melhor comunicação escrita é aquela simples, que dá o recado e todos entendem o seu tom. Evitar palavras rebuscadas ou frases de efeito para impressionar quem lê a mensagem é a melhor saída para não cair no ridículo.

6. Educação. Ao escrever e–mails, principalmente por ser uma comunicação muito fria, usar “por favor”, “desculpe”, “por gentileza” e outras expressões igualmente polidas conquista e agrada quem recebe a mensagem. A resposta, assim, fica mais fácil de ser conseguida.

7. Redação. Redigir bem não é algo que cai do céu. É preciso muita leitura e alguma prática. Tentar escrever com calma e cuidado e depois reler e corrigir o que não estiver bem é o primeiro passo. E–mails bem escritos causam uma boa impressão e geram mais respeito por parte de quem os recebe. Afinal, saber usar a sua própria língua é uma vantagem no mercado.

8. Respeito. Ao receber e–mails, é conveniente responder àqueles urgentes em primeiro lugar, mas sem jamais deixar de responder a todos. Basta informar que responderá mais tarde. Além disso, programas de correio eletrônico modernos podem sinalizar ao destinatário que você leu a mensagem. Neste caso, deixar de enviar um reply beira a grosseria e suja a imagem de qualquer um.

9. Particular. Usar webmail pessoal no trabalho só mesmo se tiver tempo livre ou se necessitar de alguma informação extra. Esquecer questões externas ao trabalho, por um tempo, ajuda a parecer que somos menos ocupados – mesmo que por um breve espaço de tempo.

10. Relaxe. Você não precisar e nem deve ficar tomando conta de sua caixa de entrada. Essa preocupação com as mensagens tira a concentração e gera muita ansiedade, deixando a estranha sensação de que há algo por fazer.

11. Internetês. Sem carinhas nem ‘rs’ ou ‘hehehe’ nas mensagens corporativas, por favor. Abreviaturas, a menos que seja o popular ‘abs’ de despedida, também devem ser cortadas, pois podem indicar preguiça ou impaciência do autor. Mas, é melhor seguir a etiqueta do chefe nesse caso: se nem isso ele usa, melhor não arriscar. Ah, frases supostamente “edificantes” ou provérbios retirados de páginas na web também são fora de moda e inadequados.

12. Cópias. Muito cuidado com quem fica nas cópias dos e–mails. Determinadas informações não são para todos, mas todos que estão na cópia, muitas vezes, precisam saber que receberão (e por que) determinada mensagem.

13. Levante! Para que sua inspiração se aproxime e o e–mail seja apenas mais uma ferramenta de trabalho, levante da cadeira e dê umas voltas. Converse com os outros, tome um café, olhe pela janela, arrume alguns papéis. Enfim, busque formas de se sentir mais no mundo real! E quando voltar, aperte “Enviar/receber”.

fonte:http://webinsider.uol.com.br/2004/08/15/13-licoes-para-lidar-bem-com-o-e-mail-corporativo/

quinta-feira, 2 de junho de 2011

E deus criou o homem

No primeiro dia, Deus criou a vaca e disse:

"Você deve, diariamente, ir ao campo com o fazendeiro, ficar sob o sol, ter bezerros e dar leite para alimentar fazendeiro.
Eu lhe dou 60 anos de vida"
A vaca respondeu:
"É uma vida muito sacrificada para mim durante 60 anos.
Eu aceito 20 e devolvo os outros 40."
E Deus aceitou.

No segundo dia, Deus criou o cachorro e disse:

"Fique sentado todos os dias sob o sol,
Na frente da casa e lata para qualquer um que passar.
Eu lhe dou uma vida de 20 anos."

O cachorro disse:
"É uma vida muito longa para ficar latindo.
Dê-me 10 anos e eu devolvo os outros 10."
E Deus aceitou.

No terceiro dia, Deus criou o macaco e disse:
"Divirta as pessoas, faça-as rir. Eu lhe concedo 20 anos."

O macaco disse:
"Fazer macaquice por 20 anos é muito chato. Para o cachorro o Sr. Concedeu 10 anos. Faça o mesmo comigo.."
E Deus concordou.

No quarto dia, Deus criou o homem e disse:

"Coma, durma, brinque, faça sexo e não se preocupe com nada.
E lhe concedo 20 anos.

O homem respondeu:
"O quê? Só 20 anos? Que miséria.
Veja, eu pego os meus 20, os 40 que a vaca devolveu, Os 10 do macaco e os 10 do cachorro.
Isso faz 80 anos.

Está bem" -Deus respondeu. "Negócio fechado".

É Por isso que durante os 20 primeiros anos de nossa vida nós comemos, dormimos, brincamos, fazemos sexo ...
E não fazemos mais nada.

Nos 40 anos seguintes nós trabalhamos como uma vaca sob o sol para manter a família.

Nos outros 10 anos fazemos macaquices para distrair os netos.

E nos últimos dez anos ficamos sentados na frente da casa cuidando de todo mundo...

Tráfico Aéreo Mundial Visto Desde el Espacio


La duración de este clip es de 2 minuto y 24 segundos. Representa 48 horas consecutivas de aviones viajando durante esos días. Cada segundo
del video es equivalente a 20 minutos.

Cada pequeño punto amarillo representa un vuelo con 250 pasajeros por lo menos.
Pueden ver que los vuelos de los EE UU hacia Europa parten
principalmente de noche, y regresan de día.

Dada la iluminación del sol sobre la tierra, se puede determinar que
es verano en el hemisferio del norte. Fijénse que el sol mantiene
iluminado el Polo Norte durante las 24 horas, mientras que el Polo Sur
casi ni se ve

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Notas machadas de rosa não têm valor e pessoas que a receberem podem ser investigadas

BRASÍLIA - O governo criou regras duras e que proíbem o uso de cédulas de real manchadas, por mecanismos antifurto, em consequência de roubos em caixas eletrônicos. A pessoa que receber uma nota com essas manchas poderá até mesmo ser investigada pelas autoridades policiais, além de não ser ressarcida pelo valor perdido. O objetivo, resumiu o diretor de Administração do Banco Central (BC), Altamir Lopes, é evitar justamente que o cidadão aceite notas de real com essas características.

- A população deve ficar bastante atenta para as manchas de coloração rosa que venham a descaracterizar as notas - afirmou Lopes, referindo-se aos mecanismos antifurto usado pelos bancos em caixas eletrônicos.

Nos últimos meses, cresceram de forma intensa os assaltos a terminais eletrônicos de bancos com o uso de explosivos, usados para destruir esses caixas. Os alvos têm sido sobretudo os terminais 24 horas. Com isso, os bancos criaram um mecanismo de defesa, que libera uma tinta rosa assim que o caixa é atingido, manchando as notas. Hoje, o Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) divulgaram medidas legais que regulamentam o destino dessas notas danificadas.

Uma das mais importantes é a que determina que essas notas perdem sua validade e, quem a receber, não terá direito de ser ressarcido pelo valor das cédulas. Ou seja, terá prejuízo. O BC orienta, ainda, que essas pessoas entreguem essas notas ao banco. Mas, para isso, terá de apresentar seu CPF, um documento de identidade com foto e o endereço para ser achado. Lopes argumentou que esse procedimento é importante porque, eventualmente, a nota entregue pode ainda valer, caso as manchas sejam de outra natureza, e receber o valor de volta. Ele reconhece, no entanto, que caso a cédula realmente esteja danificada pelo mecanismo antifurto, a pessoa poderá ser investigada pelas autoridades policiais.

- Se o BC comprovar que a cédula está danificada, será encaminhada para a polícia.

Os bancos que receberem as notas manchadas das pessoas, terão de encaminhá-las para que o BC faça a análise técnica. Lopes explicou ainda que, caso o cidadão retire dinheiro de um caixa eletrônico e venham cédulas machadas de rosa, existem dois procedimentos: se estiver ainda no horário bancário, a pessoa deve tirar imediatamente um extrato comprovando a retirada do dinheiro e procurar o gerente da agência. Fora do horário bancário, a pessoa terá de também fazer um Boletim de Ocorrência e, no dia seguinte, procurar o proprio banco. Nestes casos, as pessoas serão ressarcidas.

O BC explicou também que os bancos serão ressarcidos, mas descontando os custos de produção da cédula e de processos do BC, quando uma tentativa de roubo em caixa eletrônico não for bem-sucedido e, eventualmente, cédulas manchadas permanecerem no local. Lopes disse ainda que outros mecanismos antifurto terão de ser criados para a população com deficiência visual.



Fonte:http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/06/01/notas-machadas-de-rosa-nao-tem-valor-pessoas-que-receberem-podem-ser-investigadas-924582760.asp